O clube foi fundado em 1901 com o nome Stade Rennais e é um dos fundadores da primeira divisão francesa. As cores são vermelho e preto desde a origem, e o clube só passou a se chamar Stade Rennais Football Club depois de ganhar a Copa da França de 1971. Desde 1912 a casa é o mesmo terreno na estrada de Lorient, hoje chamado Roazhon Park, roazhon é Rennes em bretão, com 29.778 lugares.
São três Copas da França, em 1965, 1971 e 2019, e uma Supercopa de 1971. O melhor resultado do clube no campeonato francês é o TERCEIRO lugar de 2019-20, numa temporada encerrada antes do fim pela pandemia, e é o único pódio de cento e vinte e cinco anos de história. Há também dois títulos de segunda divisão, o último em 1983.
A Copa da França de 2019 é o momento que a torcida conta em detalhe: final contra o Paris Saint-Germain de Neymar, Kylian Mbappé e Ángel Di María, 2 a 0 para o Paris aos vinte minutos do segundo tempo, empate em 2 a 2 e vitória nos pênaltis por 6 a 5. Foi o primeiro troféu do clube em quarenta e oito anos, e o time era dirigido por Julien Stéphan com Eduardo Camavinga, de dezesseis anos, no banco.
O dono é a Artémis, a holding do empresário François Pinault, e o clube foi reposicionado a partir dos anos 2010 como uma das melhores máquinas de formação e venda da Europa. A rivalidade que organiza o calendário é o dérbi bretão contra o Nantes, e há uma segunda contra o Lorient, também da Bretanha.
As cifras da formação são o que faz este clube importante. As dez maiores vendas somam mais de 391 milhões de euros, e cinco delas são de jogadores saídos da base: Jérémy Jacquet por 63,6 milhões ao Liverpool em 2026, Désiré Doué por 50 ao Paris Saint-Germain em 2024, Ousmane Dembélé por 35 ao Borussia Dortmund em 2016, Eduardo Camavinga por 31 ao Real Madrid em 2021 e Lesley Ugochukwu por 27 ao Chelsea em 2023, 206 milhões de jogadores que nunca custaram uma taxa de transferência. A maior compra da história são 28 milhões.