O clube foi fundado em 12 de agosto de 1970, da fusão entre o Paris FC e o Stade Saint-Germain, para dar à capital francesa um clube de primeira divisão que ela não tinha. A união durou dois anos: em 1972 o Paris FC se separou e ficou com a vaga na elite, e o Paris Saint-Germain foi jogado para a terceira divisão. Subiu em 1974 e nunca mais desceu. O Parc des Princes, com 48.583 lugares, é a casa desde então.
Os primeiros quarenta anos foram de clube grande sem hegemonia. O primeiro campeonato francês veio em 1986, o segundo em 1994, e no meio o clube ganhou seis Copas da França e a Recopa Europeia de 1996, batendo o Rapid Viena por 1 a 0 em Bruxelas, o primeiro e por muito tempo único título europeu de peso. Antes de 2011 o clube tinha 18 troféus grandes e era apenas o terceiro mais vitorioso da França.
Em 2011 o Qatar Sports Investments comprou o clube, e o futebol francês deixou de ter competição. De lá para cá vieram catorze campeonatos franceses, dezesseis Copas da França, nove Copas da Liga e catorze Supercopas, todos recordes da competição, e uma folha salarial que atraiu Zlatan Ibrahimović, Neymar, Kylian Mbappé, Lionel Messi e Ousmane Dembélé. Os 222 milhões de euros pagos ao Barcelona por Neymar em 2017 seguem sendo o recorde mundial de transferência.
O que faltava era a Europa, e ela demorou. O clube perdeu a final da Liga dos Campeões de 2020 para o Bayern de Munique por 1 a 0 em Lisboa, e a de 2024. A primeira taça veio depois, e a segunda em 2026, são duas Ligas dos Campeões, recorde francês, mais duas Supercopas Europeias e a Copa Intercontinental de 2026. Com 61 troféus oficiais, o Paris Saint-Germain é o clube mais vitorioso da história do futebol francês.
O elenco de 2026-27 mostra a mudança de método. São 26 jogadores, o menor grupo desta coleta entre os clubes grandes, e QUATRO deles subiram das categorias de base, incluindo Warren Zaïre-Emery, de 20 anos e 80 milhões de euros de valor de mercado. As rivalidades são duas: Le Classique contra o Olympique de Marselha, que é o jogo mais visto da França, e o dérbi de Paris contra o Paris FC, o clube do qual este nasceu e que voltou à primeira divisão em 2026.