O clube nasceu em 1985 de uma fusão, com o nome Le Mans Union Club 72, e virou Le Mans FC em 2010. A casa é o Stade Marie-Marvingt, com 25.064 lugares, aberto em janeiro de 2011, e ele fica DENTRO do Circuito de la Sarthe, o traçado das 24 Horas de Le Mans. Nenhum outro estádio desta coleta divide o terreno com uma pista de corrida.
O clube não tem um único título em quarenta e um anos de existência. A fonte de troféus vem vazia, e ela está certa. O que existe é uma passagem de sete temporadas na Ligue 1, entre 2003 e 2010, e ela é a base de quase todo número que aparece nas listas desta página.
Depois da queda de 2010 veio a queda de 2013 e, com ela, a liquidação: o clube foi rebaixado administrativamente e recomeçou nas divisões amadoras, no quinto escalão do futebol francês. Levou uma década para voltar ao profissionalismo, e as duas subidas mais recentes vieram seguidas, do Championnat National em 2024-25 e da Ligue 2 em 2025-26.
A era de Ligue 1 foi curta mas produtiva no mercado. Romaric saiu por 8,5 milhões de euros ao Sevilla em 2008, Stéphane Sessègnon por 8 ao Paris Saint-Germain no mesmo ano, Grafite por 7,5 ao Wolfsburg em 2007, Gervinho por 6,5 ao Lille em 2009, Ismaël Bangoura por 6 ao Dynamo de Kiev e Mathieu Coutadeur por 4 ao Monaco. Didier Drogba também passou por aqui no começo da carreira.
A maior compra da história são 4,5 milhões de euros, de Paulo André em 2006, e ela é de vinte anos atrás. A janela de 2026 não gastou uma única taxa relevante: Djibril Sidibé, campeão francês pelo Monaco e convocado para a Copa do Mundo de 2018, chegou DE GRAÇA aos 34 anos, e mais três vieram sem custo. O elenco tem vinte e oito jogadores e nenhum deles vale mais de 2,5 milhões.