Este clube foi fundado em 22 de agosto de 1949 pela fusão de CINCO clubes de Las Palmas: Real Club Victoria, Marino FC, CD Gran Canaria, Atlético Club e Arenas Club. O motivo era financeiro e legal, uma nova regra da federação espanhola limitava contrato de jogador a dois anos, e os clubes canários não conseguiam segurar os próprios formados, que partiam para a península.
Eufemiano Fuentes Díaz, presidente do Marino, foi a Madri tentar mudar a legislação para um mínimo de quatro anos. A fusão foi a resposta que sobrou. E funcionou de imediato: este é o ÚNICO clube do futebol espanhol a conseguir DUAS promoções consecutivas até a primeira divisão nas duas primeiras temporadas de existência.
Depois veio uma sequência de DEZENOVE anos na elite, encerrada em 1982-83, com o VICE-CAMPEONATO de LaLiga em 1968-69 e o vice da Copa do Rei em 1978 no meio. São quatro títulos de segunda divisão (1954, 1964, 1985 e 2000) e dois de terceira, em 1993 e 1996. O clube subiu de novo quatro vezes desde 1983, a mais recente em 2022-23, e caiu de LaLiga depois de 2024-25.
As cores são amarelo e azul desde a fundação, e o apelido é Los Amarillos. A casa era o Estadio Insular e passou a ser o Estadio de Gran Canaria em 2003. Na história do clube houve SETENTA E NOVE trocas de treinador e sessenta e um técnicos diferentes; Pierre Sinibaldi é o que dirigiu mais partidas, 166 em quatro temporadas completas.
A rivalidade com o TENERIFE é o dérbi das Ilhas Canárias, e a Wikipédia em inglês registra um detalhe que nenhum outro par desta coleção tem: os dois clubes estão entre os mais ISOLADOS do futebol profissional europeu, porque jogam todos os jogos fora de casa na península distante. E a base entrega: PEDRI foi vendido ao BARCELONA por 23 MILHÕES de euros em 2019, Alberto Moleiro ao Villarreal por 16 em 2025 e Roque Mesa ao Swansea por 12,5.