O clube foi fundado em 22 de maio de 1898 como FC Olympia Darmstadt, em Hesse, pelo professor Leopold Ensgraber, seus quatro filhos e oito colegas de ginásio que jogavam no Schlossgartenplatz. Só o pai pôde assinar o registro, porque nenhum dos filhos era maior de idade. Em 11 de novembro de 1919 a Olympia se fundiu ao SC Darmstadt 1905, clube de operários que trazia um leão vermelho no escudo, e o time novo adotou o azul e branco da cidade e o lírio do escudo municipal, que virou apelido.
A casa é o Merck-Stadion am Böllenfalltor, com 17.810 lugares, e a arquibancada chama o lugar de Bölle. Erguido em 1921, cresceu para 25 mil lugares em 1952 e 30 mil para a Bundesliga de 1978, e foi refeito por partes até a arquibancada principal nova, de dezembro de 2022. A Merck paga o nome desde 2014, mas em 2016-17 abriu mão dele para o estádio se chamar Jonathan-Heimes-Stadion, em memória do torcedor morto de câncer em 8 de março de 2016.
Não existe título nacional em cento e vinte e oito anos. O que existe são dois campeonatos de segunda divisão, o último em 1981, e seis Copas de Hesse. A primeira Bundesliga, em 1978, foi jogada por um time em que quase todos tinham emprego fixo e treinavam depois do batente, o que rendeu na imprensa o apelido de jogadores de fim de expediente. Em 11 de novembro de 1978 empatou 1 a 1 em Munique com o Bayern, gol de Uwe Hahn de 25 metros a dois minutos do fim. Caiu em uma temporada.
A subida de 1981 saiu caro: a federação exigiu refletores, a prefeitura não pagou, e em 1983 a dívida passava de 8 milhões de marcos. Em 1 de junho de 1988 começou a repescagem contra o Waldhof Mannheim, perdida nos pênaltis do desempate, com três cobranças desperdiçadas. Em 1993 caiu à terceira divisão depois de vinte e dois anos de futebol profissional, e à quarta em 1998 e 2007. Em 12 de março de 2008, após uma busca da fiscalização tributária na sede, veio o pedido de recuperação judicial: doações e um amistoso de arrecadação contra o Bayern seguraram a licença, e o pedido caiu em 3 de junho de 2009.
Em 2013 o clube caiu dentro do campo e ficou de fora dele, herdando a vaga do Kickers Offenbach, que não conseguiu licença. No ano seguinte Dominik Stroh-Engel fez 27 gols em 34 jogos, recorde da terceira divisão alemã, e a repescagem em Bielefeld foi ganha por 4 a 2 com gol de Elton da Costa aos 120+2. Entre 2014 e 2015 o clube subiu DUAS vezes seguidas: da terceira divisão para a segunda e da segunda para a Bundesliga, sob Dirk Schuster, com o menor orçamento das duas divisões, cerca de 5 milhões de euros. Subiu marcando apenas 44 gols, coisa que nenhum time fizera antes.
Peter Cestonaro é o maior artilheiro, com 93 gols em 191 jogos, e Edwin Westenberger jogou 381 partidas, o recorde da casa. Sandro Wagner, depois atacante da seleção alemã, saiu daqui ao Hoffenheim por 2,8 milhões de euros em 2016. Ficou dois anos na primeira divisão, caiu, e voltou em 2023, para uma temporada de 17 pontos, 86 gols sofridos e um 0 a 8 do Bayern. O mercado é de comprar barato e vender bem: Christoph Klarer custou 2,3 milhões e saiu por 4,15, Fraser Hornby custou 1,8 e saiu por 4 ao Wolfsburg em 2026, e Isac Lidberg custou 1 e saiu por 3,5 ao Borussia Mönchengladbach na mesma janela. O elenco de 2026-27 tem TRINTA jogadores, TRÊS da base e DOIS japoneses.